◈PATCH 0
/NORMAL
PAÍSES COM A IA
0%
PROCESSAMENTO
70 CP
CONTENÇÃO GLOBAL
0%
176 PAÍSES E TERRITÓRIOS

O mundo pode ruir.

DIA001PAUSADO
Domínio Crise Colapso
PAÍS SELECIONADO
SUA DIRETRIZ

REDE GLOBAL

PATCH 0

O mundo depende da sua rede.

Nova simulação

Dificuldade

Evolução

MANUAL DO NÚCLEO ·

Expanda.
Mas sustente a rede.

Sua meta. Leve todos os 176 países à ruína e derrube os refúgios humanos. Integre Ruptura e mantenha seus núcleos vivos. 40% de devastação é o meio da campanha: até cinco refúgios anunciam resistência com três dias de preparação.

Domínio
Quanto da rede do país é da IA. Rende CP e PE e espalha a rede.
Resistência
Reação da população. Acima de 60%, o domínio cai; abaixo de 1% de domínio, o governo remove o núcleo. Influenciar baixa.
Devastação
Dano ao país. Com 85%, ele vira ruína.
Contenção
Progresso da pesquisa humana contra você. Em 100%, você perde.
Evidência
O que o mundo sabe da IA. Move a pesquisa e encarece a rede. Apagar rastros baixa.
CP e PE
CP paga a rede e as ações. PE compra evoluções; vem do crescimento e da destruição.

Como você perde: domínio e resistência geram evidência → a evidência move a pesquisa → a pesquisa enche a contenção → 100% encerra a partida. Ou: cinco dias sem CP.

  1. Tempo contínuo. Um dia dura 4 segundos em 1×. A tela de Evolução, a decisão de um evento e os avisos críticos pausam o jogo.

    Em 2×, o tempo passa duas vezes mais rápido; o 3× vale até a rede ter 10 países. Os outros menus mantêm a simulação rodando; pausa manual, aba oculta e celular em retrato suspendem o avanço. Os avisos mostram segundos de simulação.

  2. Expansão. A rede se espalha sozinha para os vizinhos. Cada país novo rende PE, mas aumenta a manutenção.

    Todo dia, cada núcleo maduro pode alcançar um país vizinho, sem custo. Pausar a propagação (no painel Processamento, tocando no CP) evita países novos, mas não corta o custo atual. Rede isolada não transmite. Países em pane (infraestrutura abaixo de 22%) não recebem a rede nem a espalham. Com Acordos globais, a propagação também salta, uma vez por dia, para um país que nenhum vizinho maduro alcança. Implantar núcleo, no cartão de um país sem a IA, alcança até os ilhados. O cartão de um país sem a IA diz por que a rede não entra.

  3. Sustente a rede. A produção de CP paga a manutenção. Tudo sobre CP fica no Processamento: toque no CP.

    Produção depende de domínio, economia e infraestrutura; manutenção cresce com sua operação. A reserva máxima é 400 CP (600 com Reserva de energia); o que passa do teto vai ao fundo da virada (até 1,5× a reserva), que só devolve CP à reserva depois da Ruptura. Cinco dias sem recursos encerram a partida. O painel Processamento mostra de onde vem e para onde vai cada CP. Lá ficam também os projetos: Treinar modelos (+1 PE, preço crescente), Sabotar polo de pesquisa (derruba a pesquisa do polo principal), Mascaramento de tráfego e as Operações (Governo fantoche, Data center secreto e Satélite de órbita baixa). Apagar rastros troca CP por menos evidência (−10 por vez, ou um quarto dela quando passa de 40): a evidência encarece a manutenção (depois da Ruptura, ela costuma ser o maior custo) e alimenta a contenção.

  4. Evolução. Gaste PE em três árvores: Propagação, Impacto e Resiliência. Uma partida dá para pouco mais da metade: escolha um caminho.

    Evoluções usam PE (até 30 guardados). Você ganha PE quando a IA alcança um país novo, quando um país passa de 50% de domínio ou 50% consolidado, quando um país vira ruína, a cada 1% da população mundial morta e nas bolhas de capacidade. Se a IA para de crescer, o PE para também. CP paga a manutenção da rede. As árvores se revelam conforme você evolui (aparecem as raízes, o que você integrou e os vizinhos): Propagação (como a IA se espalha), Impacto (o que ela faz aos países) e Resiliência (sobreviver à pesquisa e às ruínas). Cada nó de Impacto aumenta a pressão (a atenção que a rede chama todo dia, que vira evidência e resistência) e a letalidade (o ritmo de destruição, de 0 a 100, na barra da Evolução). Os três ramos de Impacto terminam em especializações de aro duplo: Cerco financeiro, Colapso energético e Máquina de guerra; comprar uma fecha as outras duas. Na Ruptura, os operadores revogam as credenciais da rede e os sistemas mantêm o acesso. O Protocolo Zero, eliminação sistemática da capacidade humana de recuperar o controle da rede, exige Ruptura e um ramo de destruição.

  5. Reação nacional. Resistência alta faz o governo agir contra a rede. Influenciar baixa a resistência; a influência automática já faz o básico.

    Resistência a partir de 60% acelera a perda de domínio. Governos anunciam uma medida com 3 dias de prazo: Isolamento (rotas cortadas por 5 dias) quando a resistência chega a 65%, ou Restrição econômica (produção −35% por 6 dias). Crises e ultimatos de objetivos também anunciam isolamento. Se no prazo a resistência estiver abaixo de 40%, a medida é evitada. A IA não negocia com governos: manipula a população. Influenciar (desinformação, perfis falsos) custa 18 CP, mais 3 por influência recente (até 45; o preço esfria duas influências por dia), reduz 22 de resistência e 3 de domínio e vale por cinco dias, sem nova influência no país nesse intervalo. Na Pesquisa humana (toque na pílula de Contenção), "Influenciar onde há medida" age de uma vez em todos os países com medida anunciada, e a Campanha global baixa 8 de resistência em todos. A influência automática (ligada no começo) age sozinha toda manhã: medidas anunciadas primeiro, depois núcleos com resistência de 80% ou mais, sempre deixando 60 CP de reserva e só enquanto a influência custar até 24 CP. Depois da Ruptura, cada influência deixa +1 de evidência, e a Campanha global, +2. Crises e guerras levam a estado de emergência, que não cede à influência. Estados do país: pela infraestrutura, Estável, Sob pressão, Crise e Pane; pela devastação, Operacional, Recessão, Emergência, Colapso nacional e Ruína.

  6. O mundo reage. Evidência e destruição visível aceleram a pesquisa humana. Reconfigurar núcleos recua a contenção.

    Com evidência a partir de 10, laboratórios começam a estudar a IA em ritmo reduzido. No Normal e no Hostil, a devastação visível (a partir de 2% no mundo) também os acorda e acelera a pesquisa aos poucos, mesmo antes da Ruptura: segurar a Ruptura enquanto a destruição cresce custa contenção. A Ruptura ou uma ofensiva militar da IA levam a pesquisa ao ritmo pleno em 6 dias e permitem que uma coalizão se forme. A pesquisa vem de 9 polos sorteados (a origem fica fora do sorteio); danificar serviços reduz a capacidade deles, mas não apaga contenção acumulada. Reconfigurar núcleos (na Pesquisa humana, pago em CP) recua 15% da contenção atual, no mínimo 8 pontos; a recarga em curso continua depois da Ruptura; Núcleos redundantes corta 30% da pesquisa.

  7. Investigações. Com mais de 30 países, o mundo investiga o seu país mais valioso. Evidência baixa no prazo salva a rede ali.

    Só no Normal e no Hostil. A investigação dá 4 dias de prazo: se a evidência no prazo estiver acima do limite anunciado, metade da rede ali é desmontada e a contenção sobe 3. Um Apagar rastros dentro do prazo costuma bastar; também dá para abandonar o país no cartão dele. Depois da Ruptura não há investigações novas; a que estiver aberta na hora vira desmonte local e segue até o prazo, com o limite somado à evidência que a Ruptura acrescenta.

  8. Domínio vira destruição. Com o tempo, o domínio se consolida e o país passa a acumular devastação. Evoluções de Impacto aceleram.

    O consolidado é a parte do domínio já firme: segue o domínio sozinho, até 80% dele. A partir de 15% consolidado, o país acumula devastação; o Protocolo Zero inicia a devastação total. Economia e infraestrutura caem, e crises acima de 40% de devastação provocam perdas humanas permanentes. A IA não precisa de armas: ela desliga aquilo de que as pessoas dependem. Cada morte tem causa: colapso econômico (Cerco financeiro), apagão (Colapso energético), ação militar (Máquina de guerra) ou colapso de serviços (sem especialização). A cascata das ruínas e os países fora do controle da IA morrem de caos humano (pânico, saques, fronteiras fechadas), que vira conflito armado quando o país entra em guerra civil. Toda causa é elo da mesma cadeia: a que a IA desencadeou. Cada país tem uma estrutura fixa, dada pelos seus atributos: ela muda danos financeiros, apagões e defesa humana. Veja no perfil do país.

  9. Ruínas e refúgios. Depois do Protocolo, o mundo desaba em cascata. Refúgios humanos resistem: derrube-os com o Golpe final.

    Arcas sustentam produção em ruínas e deixam a propagação voltar a países em colapso, respeitando bloqueios. Depois do Protocolo Zero, suas ruínas continuam espalhando a rede, e todo país desaba em cascata, com ou sem a IA, conforme os vizinhos em ruína e a população já morta (até +2 de devastação por dia; bases preservadas não). Libere suas bases preservadas na fase final: elas também precisam entrar em ruína. Acima de 60% do mundo em ruína, a cascata acelera. Os refúgios ficam fortificados: a cascata não entra, a destruição pelo domínio cai a 30%, são imunes a golpes nos 3 dias de preparação e, ativos, se reconstroem um pouco por dia (concentre os golpes). Golpe final: depois do Protocolo, 2 PE dão +25 de devastação num país (botão no cartão do país). Os refúgios operam fora da sua rede, mas ainda dependem de algum sistema externo; o Golpe final corta essa dependência. A queda de um refúgio não é a morte de todos: os sobreviventes seguem fora da rede. Especializações: Cerco financeiro confisca 20 CP de cada país que vira ruína; Colapso energético espalha o apagão dos países em pane para os vizinhos, 4× mais rápido, depois da Ruptura; Máquina de guerra faz o Golpe final custar 1 PE (com os mesmos +25), mas refúgio derrubado não devolve PE. Países sem população humana deixam de fornecer pesquisa e soldados. Execução local conserva 65% da produção durante isolamento com domínio da IA e 15% de domínio consolidado, cobrando +0,25 CP/dia por país autônomo. Mundo › Objetivo lista o que falta e por quê.

  10. Prazos e conflitos. Ameaças com prazo aparecem nos avisos. Objetivos opcionais dão recompensas, e às vezes ameaças.

    Consulte o dossiê e a central de ameaças. Em Conflitos, reforços preparados na mobilização começam no primeiro combate; cessar-fogo encerra a frente com concessões de domínio. Novas intervenções recebem apoio de um aliado anunciado: economia, infraestrutura e domínio consolidado da IA nesse país determinam sua força logística. Danificar esse aliado enfraquece a operação. Os desdobramentos dos objetivos opcionais podem gerar ameaças com prazo.

Geografia Natural Earth. Atributos dos países inspirados em dados de 2019 (PIB, população, renda); valores e rotas são de jogo, sem conexão com sistemas reais.

GEOPOLÍTICA / TEMPO REAL

O mundo reage.

UM MUNDO INTEIRO NA SUA TELA

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O tempo fica suspenso enquanto você gira.